RIO - A boa fase nas Eliminatórias e a conquista da Copa das Confederações deixaram poucas vagas abertas na seleção brasileira que disputará a Copa do Mundo do ano que vem, indicou nesta quinta-feira o auxiliar técnico Jorginho.
"A gente já chegou a uma fase que a base do grupo está formada". disse o ex-jogador. "Nossas convocações são coerentes", acrescentou ele, sem no entanto fechar as portas da seleção aos jogadores que ainda nutrem esperanças de ir à África do Sul no ano que vem.
"A experiência mostra que não se pode fechar s portas para ninguém na seleção. Até a última convocação ou o último dia haverá oportunidade", disse o auxiliar do técnico Dunga.
Na convocação para o amistoso contra a Estônia, esse mês na casa do adversário, Joginho e Dunga mudaram apenas dois nomes da lista de convocados para a Copa das Confederações. Kléber deu lugar a Marcelo na lateral-esquerda e Alexandre Pato perdeu a vaga para Diego Tardelli no ataque.
Embora nem o treinador nem o auxiliar falem abertamente, tudo indica que essas são as únicas posições que ainda provocam dúvidas na cabeça de Dunga.
Campeões como jogadores na Copa de 1994, nos Estados Unidos, Jorginho e Dunga assumiram a seleção após o fracasso do Brasil no Mundial Alemanha em 2006, quando a seleção, até então apontada como a favorita ao título, caiu nas quartas-de-final contra a França.
Depois da conquista da Copa das Confederações e da arrancada nas eliminatórias , o "fantasma" do favoritismo voltou a assombrar a seleção.
"Temos que saber administrar isso. Futebol é resultado. Um dia você pode ser considerado o melhor, mas se perder, podem dizer que você é o pior", avaliou Jorginho

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