Madri, 27 out (EFE).- O BBVA informou hoje que ganhou nos nove primeiros meses do ano 4,179 bilhões de euros (US$ 6,268,5 bilhões), uma redução de 3,3% na comparação com o lucro obtido em igual período de 2008.
Sob a direção de Francisco Gonzáles, a entidade destinou 830 milhões de euros (US$ 1,245 bilhão), provenientes dos acréscimos, para engrossar as provisões para insolvências, que já somam 4,665 bilhões de euros (US$ 6,982,5 bilhões).
Conforme o grupo, os acréscimos foram conquistados com a venda de grande parte dos imóveis para depois ocupá-los como inquilino.
Segundo o banco, a taxa de inadimplência subiu para 3,4% em setembro, contra 1,7% de um ano atrás, e a cobertura para insolvências baixou para 68%, na comparação com 127% de setembro de 2008.
Os créditos à pessoa física caíram 4% na comparação anualizada e ficaram em 331,005 bilhões de euros (US$ 496,507 bilhões), em linha com o setor. Os recursos de clientes aumentaram 3% e alcançaram 366,581 bilhões de euros (US$ 549,871 bilhões).
Ao final do terceiro trimestre, o grupo mantinha crescimento e alcançava 1,711 bilhão de euros (US$ 2,566 bilhões).
Por áreas geográficas, o México acrescentou ao grupo um lucro de 1,101 bilhão de euros (US$ 1,651 bilhão) até setembro, uma queda de 28,1%. Os Estados Unidos somaram 103 milhões de euros (US$ 154 milhões), 44,1% menos, e a América do Sul teve lucro de 27,8%, alcançando 689 milhões de euros (US$ 1,033 bilhão).
Espanha e Portugal apresentaram ao grupo um lucro líquido de 1,877 bilhão de euros (US$ 2,815 bilhões), 2,1% inferior ao conquistado um ano antes. EFE

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