Log in to your IBTimes Account

close
ID
Password
  • Set your IBTimes.com Edition

Para Fitch, concorrência entre construtoras deve crescer em 2010



By Stella Fontes
05 November 2009 @ 05:15 pm EDT

SÃO PAULO -

A concorrência entre as construtoras e incorporadoras brasileiras deverá crescer em 2010, sobretudo no segmento econômico, na avaliação da agência de classificação de risco Fitch Ratings.

Related Topic

Get stories by e-mail on this topic.

  • Para Fitch | RSS
  • concorrência entre construtoras deve crescer em 2010 | RSS
E-mail:

Para a agência, a melhora do cenário macroeconômico, a maior oferta de crédito e os estímulos do governo deverão sustentar a recuperação do setor ao longo do próximo ano, e levar ao aumento da disputa em certos nichos de mercado.

De acordo com a analista sênior Fernanda Rezende, da Fitch, a expectativa é de retomada geral dos negócios de construção, porém os lançamentos de unidades com valor até 130 mil reais, que se enquadram no programa do governo "Minha Casa, Minha Vida", deverão saltar de forma mais expressiva.

Lançado no início deste ano, o programa do governo federal prevê 34 bilhões de reais em subsídios para a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Conforme Fernanda, o programa foi também um dos responsáveis pela rápida resposta do setor de construção à crise financeira.

"O que vemos é que a maioria das construtoras preservou liquidez. O fluxo de caixa livre deve permanecer negativo em 2009, mas algumas já terão fluxo de caixa positivo em 2010", afirmou a analista, em teleconferência nesta quinta-feira.

No final de outubro, a Fitch revisou, para cima, as perspectivas dos ratings de corporativos de cinco empresas do setor de construção, entre elas MRV Engenharia e Cyrela, em razão da "rápida e consistente mudança nos fracos fundamentos do setor".

Os ratings de Gafisa e da Trisul, no entanto, seguem com perspectiva negativa. Já os ratings da Tenda, que deverá ser incorporada pela Gafisa, foram afirmados em observação positiva.

A maior exposição das empresas ao segmento econômico, contudo, não indica maior exposição ao risco, ressalta Fernanda.

"Mudar de segmento de atuação é motivo de preocupação para uma agência de rating, mas tudo depende de como a empresa vai conduzir a operação", acrescentou o diretor da agência, José Roberto Romero.

No caso específico do segmento econômico, alguns fatores podem acabar mitigando riscos, entre eles ciclo mais curto e a forte atuação da Caixa Econômica Federal assumindo o risco de crédito conforme a operação. "O risco do comprador vinha sendo questão nesse segmento, mas existem minimizadores", reiterou Romero.

Este artigo pertence ao Reuters

    Click!
  • Rate this article:

Comments

Post Your Comment

*Name

  • International Business Times Secutiry Check

advertisement
More Industries
U.S. Geothermal Inc., a renewable energy development company that is operating geothermal power projects at Raft River, Idaho and San Emidio, Nevada, rec...
Yesterday, EPOD Solar Inc. announced the signing of a definitive stock purchase agreement with Nanotech Industries International Inc. (NTII). This is fo...
Public Media Works, Inc. announced yesterday that through its wholly-owned subsidiary, EntertainmentXpress, Inc., it has agreed to terms with Modular Con...

advertisement
 
IBTimes.com Web
Partners
International Business Times© Copyright 2012 International Business Times. Terms of service | Privacy Policy | Advertising | About Us | Contact Us | Archives