Amando ou odeiando ele, você tem que admitir que o presidente-executivo (CEO, sigla em inglês) da Apple tem tido uma década espetacular.
Pense nisso, sob seus auspícios, a Apple definiu o mercado de música portável com o seu iPod, criou um tsunami no indústria de telefonia móvel com o iPhone, revirou o negócio retalhista de música com o iTunes e reinventou o negócio computacional com o sistema operativo X de tal forma, que o negócio de PCs – com menos de 10% da percentagem de mercado – não é mais o pão-com-manteiga das companhias.
Se adicionarmos à brilhante máquina de marketing por detrás da Apple a lealdade e devoção quase religiosa dos fãs dos seus produtos, não teremos dúvidas sobre o motivo que fez a revista Fortune eleger hoje, Steve Jobs como o presidente-executivo da década. As linhas de abertura de uma história escrita pelo editor do Fortune Adam Lashinsky explica muito bem trajetória do homem que marcou o Vale do Silício para sempre.
“Jovem inovador é despedido da companhia que ele próprio criou nos anos 80, retorna na década de 90, nos anos seguintes sobrevive desde um cancro a sérios problemas comerciais, para se tornar na figura dominante em 4 indústrias, um bilionários consagrado e um presidente-executivo da mais valorizada companhia do Vale de Silício. Parece uma introdução de um ‘lambe-botas’, mas é a história de vida real de Steve Jobs, e seu imensurável impacto em tudo que toca.”

